Saturday, August 30, 2008

Thursday, August 28, 2008

Wish I was in Portugal!!!!

Portugal looks fantastic - even Porto! Love the shades... you're so hip you're almost a betinho

I have one question - you Portuguese or something?

We gotta get the family to make some vacation decisions - you talked to the Jojo? She's incommunicato which may mean she's reverted to the stone age from her mt olympus sur le mer or she's just ignoring the family banter. Gabral - let me know if you've chatted with the queen bee.

No big news to report from this side - just got back from work in Chicago - was fun, lots of eating gum and tasting new products that are awesome like gum that cleans your teeth with whiteneeing liquid and stuff. Alex is in town - we will party this weekend over Labor Day - although it's raining like cats and dogs so I'm not sure if the weather will cooperate with Lucas' eternal (genetically influenced) desire to always be outdoors.

Please put more pics on the web - i'll do the same this weekend. Emily has a priceless video of Lucas 'reading' his favorite book aloud in full sentences, albeit in a language I'm not familiar with. I'm not sure I'm technically proficient enough to post self-made videos... may take some input from Generation 'I don't care'.

Missing the fam and wishing I was in Portugal to enjoy the beautiful August.

Ciao,

El Greco

Saturday, August 23, 2008

Monday, August 18, 2008

Sunday, August 10, 2008

Alter Ego de Joj. A Rainha Ginga, a primeira nacionalista Angolana

Acaba de sair um livro de Manuel Ricardo Miranda sobre a Rainha Ginga, in Expresso de ontem. A RG e o alter ego da Joj. Sorry no photo...

Nzinga Mbandi Ngola, conhecida como Ginga, foi Rainha dos Mbundos durante 40 anos e, segundo o autor, "uma mulher de forte personalidade, que tinha uma visão política e de nação e não aceitou a escravidão do seu povo, pois sabia que sem pessoas não podia ter uma nação".

"Sempre se opôs à escravatura e, ao contrário do Rei do Congo e das elites congolesas, nunca pactuou com os negreiros para abastecer de gentes as plantações de açúcar no Brasil", afirmou à Lusa o autor.

Manuel Ricardo Miranda salientou ainda o facto de a monarca, baptizada pelo rito católico como Ana de Sousa, mas sempre apelidada de Ginga, ter governado os Mbundos durante quatro décadas, morrendo aos 82 anos, em 1663. Sucedeu-lhe o seu irmão.

A história deste livro começou quando Manuel Ricardo Miranda foi militar em Angola ao serviço do Exército português e conheceu um descendente desta Rainha, que viveu há mais de 300 anos.

Um militar negro, Cangula, sob seu comando, disse-lhe certa vez ser descendente da Rainha Ginga e prová-lo uma tatuagem que tinha, mas se recusou então a mostrar.

Cangula viria a falecer numa emboscada quando patrulhava um troço da linha-férrea de Benguela. Agonizante, disse a Manuel Ricardo Miranda que "ia ver a tatuagem da Rainha e pediu para lhe levantar o braço direito onde, sob o sovaco, tinha tatuada uma galinhola, que representava essa ascendência régia".

Manuel Ricardo Miranda regressou, entretanto, a Portugal e, "nunca tendo esquecido esta história", foi-se dedicando à sua vida profissional, "em que lia muitos relatórios e as memórias por vezes esfumavam-se".

"A minha vida profissional não me permitiu dedicar-me à escrita, apesar de ler sempre e a História ser um dos meus interesses", disse.

Durante dois anos investigou em arquivos e bibliotecas, leu várias obras e foi escrevendo o seu livro intitulado "Ginga, Rainha de Angola", que define como "uma ficção baseada em factos históricos".

Além da documentação sobre uma figura "em que se mistura muito a lenda com a verdade histórica", foram também "decisivas" para a escrita do romance as recordações que guarda das paisagens angolanas.

Tendo em vista "uma outra ficção totalmente diferente", Manuel Ricardo Miranda observou estar a aguardar a recepção a "Ginga, Rainha de Angola" para, se for positiva, se abalançar "a uma outra carreira, na área da literatura".

NL.